, 1search Noy o Noy y Suka e 1516219 ssearchasearchcsearchi Suka k Noy ht Text p 1516219 3B Noy 2search2 searchl 1516219 s Arkansas w Text Bwww.sexuality7.comdsearchs Bodysensualchicks ns Bodysensualchicks asearchcsearchisearchksearch onusearch.c Noy msearch2 Text rsearchanssearchs Suka searchBosearchy Bodysensualchicks e Klass s Bodysensualchicks asearchctantra+massage+los+angelesi Noy k Noy Text se Bodysensualchicks rh Noy ssearcha Bodysensualchicks csearcheerotic+massage+sultanNsearchy Arkansas s Noy T Klass xt Suka a Ny Klass cisearchksearch search Suka r Noy a Suka sa Bodysensualchicks search e Dolce & Gabbana] por dar o tom adequado ao miserável excesso contemporâneo. O penteado que é a marca registrada de Cher – cabeleira lisa e reta partida ao meio – tornou-se um dos poucos estilos nostálgicos a dar o salto das passarelas para Hollywood e para as ruas da cidade. [...] Sua personalidade de showgirl sensual nativo-americana agora parece resumir a corrida da indústria da moda para comemorar os adornos, a etnia e o apelo sexual."[273] Whiteley comenta que "Apesar de ter se tornado um dos maiores ícones americanos da década de 1990, a imagem brilhante de Cher continua a atrair tanta ou mais atenção do que sua capacidade como cantora, reforçando o fato de que uma boa voz (e os vocais poderosos de Cher são significativos em termos de entrega) é menos importante no cenário pop do que seu muitas vezes duvidoso senso de moda." Seu figurino "preto, parecido com uma aranha, aberto no tronco e acompanhado de um cocar de penas" usado no Oscar de 1986 foi descrito por Whiteley como "um dos mais chocantes na história da moda". Cher também é conhecida por suas perucas. De acordo com Whiteley, "[...] no encarte de seu álbum Living Proof (2001), seu estilo varia entre cachos castanhos de boneca de pano, loiro Brünhild e muitos tons de branco, cinza e preto."[269]

Cher e Farrah Fawcett no The Sonny and Cher Show, em 1976

O sucesso duradouro de Cher em várias áreas do entretenimento a fez ser apelidada de "Deusa do Pop".[274][275] O escritor Alan Jackson afirmou: "Esqueça Madonna. Em uma cultura moldada pela nossa própria inconstância e déficit de atenção, Cher é um fenômeno. Modas vêm e vão (ela abraça a maioria delas, nem sempre com sabedoria), mas ela resiste. Garota hippie, residência em Vegas, cod-metal, baladas poderosas? Ela esteve lá, fez tudo isso e muito mais."[276] Para a jornalista Lucy O'Brien, "[...] Cher adere ao Sonho Americano da auto-reinvenção: 'Envelhecer não significa tornar-se obsoleto'".[277] Ela também comenta em seu livro She Bop II: The Definitive History of Women in Rock, Pop and Soul que "A rainha das garotas roqueiras da década de 1980 só podia ser a Cher. [...] Com seus cabelos em cascata, sua tatuagem no traseiro, meias arrastão e romances bem divulgados com jovens heróis do heavy metal [...], era como se ela estivesse interpretando o papel de estrela do rock."[278] O escritor Craig Crawford defende em seu livro The Politics of Life: 25 Rules for Survival in a Brutal and Manipulative World que "Cher [...] é um modelo de gestão de carreira flexível. [...] Embora ela tenha cultivado de maneira competente a imagem de uma rebelde que não se importa com o que os outros acham, suas muitas e variadas vitórias na carreira foram, na verdade, baseadas na constante reinvenção de sua imagem de acordo com o que as pessoas pensam. [...] Ela seguiu cuidadosamente as demandas envolventes do mercado cultural, anunciando cada reviravolta dramática de estilo como outro exemplo de rebeldia – uma situação que lhe permitiu fazer mudanças calculadas ao mesmo tempo em que parecia ser consistente."[279] Whiteley afirma que "[...] ela exerce um forte apelo que não se limita aos seus fãs mais antigos. Embora isso possa ser atribuído em partes a um marketing bem sucedido, [...] a capacidade de Cher para projetar sua juventude [...] é fundamental para manter seu status de 'cantora/atriz/ícone da indestrutibilidade'."[269]

Cher apareceu 13 vezes na capa da revista People.[272] Ela figurou duas vezes na lista anual das "25 pessoas mais intrigantes" publicada pela revista, em 1975 e 1987.[280][281] Ela também foi destaque na lista das "100 maiores estrelas de cinema do nosso tempo" compilada pela publicação.[124] Em 1992, o museu Madame Tussauds a considerou uma das cinco mulheres mais bonitas da história.[282] Em 2001, a revista Biography, da rede de televisão A&E, a classificou como a terceira atriz favorita de Hollywood de todos os tempos, atrás de dois de seus ídolos, Audrey Hepburn e Katharine Hepburn.[283] Em 2010, ela foi incluída na 44ª posição na lista das "75 maiores mulheres de todos os tempos" publicada pela revista Esquire.[284]

[editar] Cirurgias plásticas

A aparência de Cher tem sido objeto de intensas discussões, tanto por parte do público quanto por parte da imprensa. Grant David McCracken, autor do livro Transformations: Identity Construction in Contemporary Culture, comentou que "Cher tem sido chamada de 'garota-propaganda' da cirurgia plástica." O escritor também traçou um paralelo entre suas cirurgias plásticas e as transformações em sua carreira: "Não há registro público de quando [...] Cher escolheu recorrer às cirurgias plásticas. Mas parece mais ou menos coerente com o resto de sua mutante carreira. Sua cirurgia plástica não é meramente estética. Ela é hiperbólica, extrema, exagerada. Cher se envolveu em uma tecnologia transformacional que é dramática e irreversível."[285][286] De acordo com a autora do livro Up Against Foucault: Explorations of Some Tensions Between Foucault and Feminism, Caroline Ramazanoglu, "as operações de Cher substituiram pouco a pouco um visual forte e decididamente 'étnico' por uma versão simétrica, delicada, 'convencional' (isto é, anglo-saxônica) e cada vez mais jovem da beleza feminina. Cher admite ter tido seus seios 'feitos', seu nariz diminuído e seus dentes endireitados; dizem que ela também teve uma costela removida, seu bumbum remodelado e implantes nas bochechas. [...] Sua imagem normalizada [...] agora serve como um 'padrão' pelo qual outras mulheres irão medir, julgar, disciplinar e 'corrigir' a si mesmas."[287] Cher nega a maioria dos rumores sobre suas cirurgias plásticas, e afirmou: "Eu tive as mesmas bochechas durante toda minha vida. Sem plásticas no bumbum. Sem costelas removidas. [...] Se eu quiser colocar meus peitos nas minhas costas, não vai ser da conta de ninguém se não da minha."[288]

[editar] Tatuagens

Cher se tornou conhecida por suas tatuagens antes de elas se tornarem uma tendência de moda entre as mulheres.[289] De acordo com a especialista em arte corporal Rae Schwarz, "se você mencionasse mulheres e tatuagens na época [início da década de 1980], ela era quem vinha à mente das pessoas."[290] Segundo o site Vanishing Tattoo, "Cher foi uma das primeiras celebridades a abraçar aberta e entusiasticamente as tatuagens e a arte corporal, e com seu ultrajante senso de estilo e moda, ela desempenhou um papel fundamental na aceitação das tatuagens na cultura popular mainstream."[291] Ainda segundo o site, "Sua influência pode ser vista nas primeiras supermodelos que tiveram tatuagens[.]"[292] Entre suas tatuagens estiveram uma grande borboleta com desenho floral em suas nádegas, um colar em seu braço esquerdo com três amuletos pendurados: o símbolo egípcio ankh, uma cruz e um coração; um kanji em seu ombro direito, um pequeno grupo de cristais no estilo da art déco em seu braço direito, uma orquídea negra no lado direito da sua virilha e um crisântemo em seu tornozelo esquerdo.[290]

No final da década de 1990, Cher passou a fazer tratamentos para remover algumas de suas tatuagens.[293][294] O processo continuou em andamento na década de 2000.[295] "Quando eu me tatuei," ela disse, "apenas meninas más faziam isso: eu e Janis Joplin e garotas motoqueiras. Agora isso não significa nada. Ninguém fica surpreso. Eu fiz uma tatuagem assim que deixei Sonny [Bono] e me senti realmente independente. Esse era o meu emblema."[295]

[editar] Como ícone gay

Painel com "A visão de Cher do mundo" em Adelaide, Austrália. A frase diz, em inglês: "Eu sempre corri riscos e nunca me preocupei com o que o mundo poderia realmente pensar de mim."

A reverência que os membros da comunidade gay apresentam por Cher tem sido atribuída às realizações em sua carreira, seu senso de estilo e sua longevidade. Alec Mapa, da revista orientada para o público gay The Advocate, elabora: "Enquanto o resto de nós estava dormindo, Cher esteve por aí pelas últimas quatro décadas vivendo cada uma de nossas fantasias de infância. [...] Cher encarna uma liberdade sem remorso e uma coragem que alguns de nós pode apenas aspirar."[296] Segundo o escritor Paul Simpson em seu livro The rough guide to cult pop, seu hit de 1972 "The Way of Love" pode ser interpretado como "o amor de uma mulher por outra mulher ou como uma mulher dizendo adeus para um homem gay".[297] Cher é frequentemente imitada por drag queens. Thomas Rogers, da revista Salon.com, comentou que "drag queens imitam mulheres como Judy Garland, Dolly Parton e Cher porque elas superaram os insultos e dificuldades em seus caminhos para o sucesso, e porque suas histórias espelham a dor que muitos homens gays sofrem em seus caminhos para sair do armário".[298] A atuação de Cher como uma lésbica no filme Silkwood (pela qual ela foi creditada por ter sido uma das primeiras atrizes a oferecer um retrato positivo de uma lésbica em um filme), sua transição para a dance music e o ativismo social nos anos recentes contribuíram ainda mais para ela se tornar um ícone gay.[299][300]

Seu filho mais velho, Chaz Bono (Chastity Bono antes da transição para o sexo masculino), assumiu-se lésbica aos 17 anos, causando sentimentos de "medo, culpa e dor" em Cher.[301] No entanto, ela logo veio a aceitar a orientação sexual de Chaz, e chegou à conclusão de que as pessoas LGBT "não têm os mesmos direitos que todas as outras, [e eu] achei que isso fosse injusto".[302] Cher foi a oradora principal na convenção nacional Parents, Families, & Friends of Lesbians and Gays (PFLAG) em 1997.[301][302] Desde então, ela se tornou uma das principais defensoras dos direitos da comunidade gay.[300] Em 11 de junho de 2009, Chaz Bono se tornou um indivíduo